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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Em cartaz: pela última vez em BH!!!


NO INÍCIO ERA O PRINCÍPIO
Uma comédia sobre a criação do mundo

A criação do mundo, sob o ponto de vista de três palhaços. 
Essa é a proposta de No início era o princípio, espetáculo do grupo Hoje tem marmelada que volta a se apresentar em Belo Horizonte. 
Agora com Fafá Rennó no elenco!
Peça dirigida por Mariana Muniz.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

FIT 2010!!!

Quer saber a programação do FIT 2010!?
Vai lá dar uma olhada.
Eu já fui.

http://www.fitbh.com.br/blog/

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Programação do Impeto Risco e Riso

 

Eu se fosse você ia dar uma olhada:

E a Margô vai estar lá... E no dia 12 de junho ela vai te mostrar do que é capaz!!!
rs...
E o melhor: é tudo 0800, quer dizer, de graça...
Você vai, se diverte e o que gasta é a risada!


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Texto para Odete - Em 14/10/2002

Silêncio...
Aquilo que me sustentava estava aqui há pouco. 
Eu sei. Estava aqui para me manter de pé, eu a rocha.
Mas já não está. Se foi e, no entanto permaneço... 
Não foi preciso. Então, não era preciso.
Mas era meu ponto de equilíbrio, minha segurança, minha prisão consentida, limitada. 
Limitando-me, tornando estável, sólida.
Estava aqui há pouco. 
Mas... E agora?
Se tivesse força, romperia com as mãos. 
Permaneceria livre.
Tenho medo!
Medo do que posso ver, do que está do outro lado.

É necessário falar baixo para que eles não saibam do que sei. Eu sei... Sei de tudo. 
Senhor! Tira-me do peito isso que arde, me tira essa visão colada da retina, me põe de volta, me toma a fala, me põe louca. 
Salva na insanidade. 
Segura na mão de uma criança; dá-me a mão da criança, mãos infantis de salvação.
Mas é inevitável... Chega a hora... 
Por mais que eu queira o tempo estrangular, por meus dedos ele escorre. 
Mas o que dizer, nada sei. É inevitável. 
Tenho que dizer é tempo de falar, gritar... 
Escutem... Escutem...
A criança que tenho nos braços me rouba o seio esquerdo para se alimentar e no direito dorme tranquila...
Busca gotas d’água para me matar a sede e me trazer vida. 
A criança que tenho nos braços sou eu menina.


Para a atriz Fernanda Kahal... de quem tenho saudades de ver!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

E assim nasceu Metafórica...

Em 2002 ela foi pro palco do Galpão Cine Horto contar uma história...
E nesse dia ele estava lá para registrar...
E assim o fez... lindamente!!!
Obrigada, Guto.
Aí está: Metafórica em carne, teatro e luz...

http://arquivogutomuniz.wordpress.com/2010/05/14/metaforica/

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Para que você não se esqueça nunca

As verdades absolutas não existem, eu sei.
Mas existem certas verdades que são incontestáveis e deixo aqui uma para você!
Porque as pessoas são preciosas quando as amamos e é preciso ter cuidado.
É preciso saber que consequências existem e que toda ação leva a uma reação.
Então, minha amiga, não se esqueça disso:

“Cuidado com o que planta no mundo!
O que planta no mundo!
Cuidado com o que toca;
Com a capacidade que gente tem de se envolver com as coisas.
Não adianta fingir que não sente.
Gente sente tudo!
Se envolve com tudo! Tudo!”

Trecho da peça: Por Elise de Grace Passô, Grupo Espanca!


terça-feira, 13 de abril de 2010

Retornando!

Meu coração tá cheio...
Minha alma vagando em pontos de esperanças!
Não ando mais com os pés no chão,
Não tenho mais as durezas dos números e nem as certezas da realidade.
Me volto mais uma nova vez para esta possibilidade de uma nova história.
Vou conhecer uma nova mulher.
E dela já estou enamorada!
Agora caminho tranquila em direção a velha/nova casa.
Feliz... Feliz!

terça-feira, 30 de março de 2010

“La Reine Margot”.

Poderia falar de tantas coisas.
A música está na minha vida há mais tempo do que eu mesma.
Poderia começar pelas batidas do coração, a respiração, líquidos, conversas.
Não seria isso música?
Ou então falar de minhas intermináveis aulas de Ballet com direito a pianista ao vivo. 
Ou minha descoberta apaixonada por Villa Lobos e a Bachiana N° 5.
Prefiro quartos escuros, músicas lentas. 
De preferência sem letras que me remetam a histórias de outras histórias.
Porque se compreendo, me concentro e aí não divago.
Não busco o entendimento preciso contido naquilo que ouço.
Preciso me perder no que ouço.
Preciso construir imagens, me tele-transportar para outras histórias.
É quase um movimento esquizofrênico.
Sou eu e minhas outras tantas vidas.
Gosto daquela música, daquele cd que tem aquela capa.
Aquela, que tem uma mulher tampando a boca com o vestido ensangüentado.
Uma capa vermelho sangue.
Deito-me no escuro, coloco a música em uma altura que os sons do mundo ficam do lado de fora do meu mundo. 
Eu e a música.
Eu a Margot.
Sou eu ali tampando a boca em meio ao sangue.
Sou eu ali tentando dizer alguma coisa que não pode ser dita.
Margot/Margarida.
É neste momento em que começo a dançar.
Estou de olhos fechados, deitada, no escuro.
Danço.
Imagino.
Vivo aquilo o que está me acontecendo.
Esquizofrênica, imaginando histórias inenarráveis, ansiando por verdades...


quarta-feira, 3 de março de 2010

Ao povo de Marambé


Crianças,
Trabalhar com vcs foi um prazer enorme pra essa atriz que há tempos não bebia dos prazeres do palco... da beleza de atores!
Me senti muito acariciada com cada momento que vivemos naquele galpão Lunar!
Vcs são maravilhosos e me deram uma luz sem fim.
Uma vontade imensa de estar atriz/diretora/dramaturga/preparadora... De estar naquilo que amo de corpo e alma.
Obrigada a todos vcs que me ajudaram a construir essas personagens.
Porque foi vcs, porque partiu o tempo todo de vcs!!!
Ator é um bicho lindo de se ver!!!
E eu amo muito tudo isso. ( lincença Ronald Mac'Donald!) 
Não vou esqucer. Vou guardar!

Tomé!!
Saudades dos abraços de urso... (mentira! rs...)
Olha, vc tem agora aí dentro um bichinho... Bichinho que gosta de contar histórias!
Se acaso ele te coçar as orelhas... Deixe ele te levar pros palcos!
E se ele dormir... conte-lhe outras histórias!

Fernanda, Ana Regis e Aline,
Obrigada pelo convite!
Foi fundamental, revigorante.
Vcs não sabem como e o quanto.
Uma salva de palmas a todos!!!

Beijos em cada um...

*Marambé é um curta metragem de Fernanda Salgado e produção da 88. 
Nele fiz a preparação de atores.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O que é melhor em mim...


Margarida Daisy Flower!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

No meu silêncio...

No meu silêncio reside toda a minha angústia;
Minha mais pura insegurança;
Meu desejo de sumir;
Minha vontade de ser outra.

No meu silêncio mora minha raiva;
Minha vontade de gritar até ficar rouca;
Meu corpo tenso... dolorido;
As rosas do meu jardim prontas pra explodir;
Minha ansiedade faminta.

No meu silêncio habita minha tristeza infinita;
Minha estrutura de vidro;
O fim de minhas esperanças;
Minha criança perdida no meio de tudo.
Minha palhaça no picadeiro escuro... ouvindo choros!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Hasta siempre, Luna!




Começou no Palácio das artes - CEFAR!
Aí, em 2000 formamos com um grande sucesso: Perdoa-me por me traíres!
Em 2001 fundou-se a Cia. de Teatro Luna Lunera!
Depois muita água rolou por debaixo de nossa ponte... viagens, festivais, produções, reuniões, estreias, matérias em jornais, reuniões noite a dentro, gravações para TV, horas na sala de ensaio... meses pesquisando, trabalhando... trabalhando... Reunindo na casa de um - casa de outro, pão de queijo, sanduba do Catoons, bolo da padaria, muito pão com mortadela, refri zero, light, normal... Café, chá da Croda... Saídas pra dançar, festas de natal, aniversários na casa do Crodo, telefonemas de madrugada pra divertir, pra reclamar, pra chorar, desabafar... Conversar aqui, ali e acolá.
Vários momentos e um amor sem medidas pra dar conta de tudo isso sem desistir.
Porque tem hora que dá vontade de desistir!
Mas o tempo passou... Foram ao todo quase 13 anos...
Nossa, quanto tempo!
Minha outra família, os Lunas!
Meus irmãos, filhinhos, amores...
Meus queridos e mais que amigos, companheiros!
Tantos anos... tantas histórias...
Sei de todas e me lembro de cada uma.
Não esqueço nunca!
Não me perco nunca do que fomos e do que fui com vocês.
Mas como tudo nessa vida uma hora os caminhos se mostram diferentes...
As necessidades já não são mais as mesmas...
E nessa hora é preciso saber a hora de sair.
Hora de deixar a casa e seguir o nosso caminho.
Assim como o pássaro que já sabe voar, se lançar no espaço!
Tentar caminhar pelas pernas, penas, asas...
Mas sabendo que o amor, ahhhh... o amor permanece!
Sempre grande e generoso!
Atento, disposto ao aplauso.
E eu aplaudo!
Bravo Luna!!!
Avante Luna Lunera, Luna enamorada, amante, luna de sonhar!
De sonhar longe e conseguir subir ao alto!
Amo vocês.
SEMPRE!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Qual seria a resposta?

Ontem me fizeram uma pergunta: - O que vc quer fazer?
... no sentido profissional...
Nunca foi tão difícil responder a essa pergunta...
Porque na verdade eu não sei.
Sempre achei que tinha a resposta na ponta da minha língua: - TEATRO!
Mas, a vida é estranha e acaba com sonhos e desejos quando se mostra real e concreta.
Tenho feito trabalhos na minha vida visando apenas pagar contas.
Claro que vez por outra me divirto, contudo, posso dizer que eu, como a maioria das pessoas no mundo, não sou feliz com o que estou fazendo.
Faço porque tenho cifras que se acumulam todo mês.

O que eu quero fazer?
O que eu sei fazer?
O que eu posso fazer?
A essas perguntas junto com as clássicas: Onkotô, pronkovô, quenkosô!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Eta Saudade!

Saudades de ser várias pessoas...
De poder contar histórias...
Encontrar com outros olhos...
Ver e ouvir largos sorrisos ou sentidas lágrimas...
Saudade de ser atriz e subir no palco.
Ser atriz somente.

E esperar o terceiro sinal para poder encontrar com você.


sábado, 7 de novembro de 2009

Tragédia



Tem vez que me acho uma criança imatura, despreparada  pras coisas da vida adulta.
De certas maldades e malícias que se tem que ter pra dar conta do recado sem adoecer.
Perceber que não preciso de fingir que sou forte, mas também não sendo tão fraca.
Saber dizer não, ao invés de dizer sim pra agradar a todos.
Eu não tenho que agradar a todos o tempo todo.

Ontem fiquei pensando:
- Nossa quando será que eu vou crescer!? Quando será que vou conseguir não ser atingida por tudo sempre que algo me surpreende ou sai do controle!?

Eu não sei...
Acho que na verdade isso tudo é culpa de ninguém.
Estranha ficou essa frase... Mas é isso mesmo.
Eu acho que isso tudo é culpa de ninguém.
É minha mesmo!
Eu acho que ser assim sou eu.

E isso não quer dizer que é certo ou errado, não é isso.
Porque eu tenho essa tendência a acreditar em todos, a me jogar nas coisas, a entregar tudo, a pedir tudo, a querer tudo.
O meu problema é que não consigo ser pelas metades.
Não sou de meias cambalhotas!
Parece que comigo não tem anjinho e capetinha no ombro, ou é um ou é outro... Sabe como!?

O meu problema é falta da possibilidade de ser atriz.
De ter público, platéia...
De colocar meu drama no lugar certo, lugar devido.
E nisso, nessa coisa perdida que me encontro, nesse vácuo imenso entre eu e o palco, o drama me acomete.
Sou acometida pela impossibilidade do drama.
E aí me trasformo numa tragédia!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Engasgada com uma bola de pêlos...

Não dormi direito de ontem pra hoje.
Não conseguia respirar...
Tinha uma coisa na garganta e um monte de pensamentos na cabeça.
Tristeza sem fim essa frustração de artista do palco que acredita demais nas coisas.
Que sonha com o reconhecimento.
Que se dedica e cria para o público ver e passar bons momentos ali naquela sala...
Ah, cruel realidade!
Mais uma vez morro um pouco diante de planilhas e números cruéis que teimam em terminar negativos.
Tenho uma bola de pêlos de gato presa na minha garganta e uma vontade infinda de chorar! 

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

...

Estou em dias de enfermeira...
Nessas horas aquela vontade de ter feito medicina volta com força total.
... Tem horas que penso que teria sido melhor mesmo ter feito!

Trabalhar (tentar trabalhar) com teatro, arte tem horas que me parece mais cruel do que a medicina.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A nova do Galpão!!!






Sim!!!
Eles estão de volta às ruas.
E eu não vou perder por nada deste mundo.
E aí, vão?