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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011




Efêmera - Tulipa Ruiz


"Vou ficar mais um pouquinho,
Para ver se acontece alguma coisa nessa tarde de domingo.
Hoje é o tempo preu ficar devagarinho com as coisas que eu gosto e 
que eu sei que são efêmeras e que passam perecíveis e acabam, se despedem,mas eu nunca me esqueço."


Aos amigos queridos que aqui estão e aos que cedo demais se vão...
Zeca, Amorshhhhhhh Adorável... Vamos sentir saudades também!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E lá se foi mais um cara DUKARAIO!!!

Oh, cumpadre querido...
Por que tão cedo foi deixar o palco da vida, moço!?
E assim... tão de repente sem deixar a gente dar aquele abraço apertado?
Mas se era pra acontecer de acabar o ato, o som daqui... deste plano... então que seja lindo onde você estiver!
Porque sei que vai tocar todas as músicas do mundo lá... Lá onde você vai estar daqui pra frente a nos olhar.
Vai com Deus, cumpadre Leléo!
Foi lindo e doce, viu!?
Até...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

No tempo do Café com leite...

Era São Paulo e Minas revezando no poder...
Era leite com café tudo misturado...
Era ocê procê pra vosmicê com vossuncê...
Era eu e você...
Lá e cá era pertim demais da conta, mano...
Era vontade de ficar ligado num caminho de pista dupla com pedágio e tapete seguro pra chegar mais rápido.
Lembrança boa de se ter...
Causo bom de se contar...
Amiga boa de reencontrar...
Amigo mineiro paulistando pra saudade apertar...
Sobrinha branquela dos óio azul pra tia de longe amar...
E a lembrança boa de uma dança de paulista e mineira pra eternidade guardar!
Eta trem doido, sô!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Para que você não se esqueça nunca

As verdades absolutas não existem, eu sei.
Mas existem certas verdades que são incontestáveis e deixo aqui uma para você!
Porque as pessoas são preciosas quando as amamos e é preciso ter cuidado.
É preciso saber que consequências existem e que toda ação leva a uma reação.
Então, minha amiga, não se esqueça disso:

“Cuidado com o que planta no mundo!
O que planta no mundo!
Cuidado com o que toca;
Com a capacidade que gente tem de se envolver com as coisas.
Não adianta fingir que não sente.
Gente sente tudo!
Se envolve com tudo! Tudo!”

Trecho da peça: Por Elise de Grace Passô, Grupo Espanca!


quarta-feira, 3 de março de 2010

Ao povo de Marambé


Crianças,
Trabalhar com vcs foi um prazer enorme pra essa atriz que há tempos não bebia dos prazeres do palco... da beleza de atores!
Me senti muito acariciada com cada momento que vivemos naquele galpão Lunar!
Vcs são maravilhosos e me deram uma luz sem fim.
Uma vontade imensa de estar atriz/diretora/dramaturga/preparadora... De estar naquilo que amo de corpo e alma.
Obrigada a todos vcs que me ajudaram a construir essas personagens.
Porque foi vcs, porque partiu o tempo todo de vcs!!!
Ator é um bicho lindo de se ver!!!
E eu amo muito tudo isso. ( lincença Ronald Mac'Donald!) 
Não vou esqucer. Vou guardar!

Tomé!!
Saudades dos abraços de urso... (mentira! rs...)
Olha, vc tem agora aí dentro um bichinho... Bichinho que gosta de contar histórias!
Se acaso ele te coçar as orelhas... Deixe ele te levar pros palcos!
E se ele dormir... conte-lhe outras histórias!

Fernanda, Ana Regis e Aline,
Obrigada pelo convite!
Foi fundamental, revigorante.
Vcs não sabem como e o quanto.
Uma salva de palmas a todos!!!

Beijos em cada um...

*Marambé é um curta metragem de Fernanda Salgado e produção da 88. 
Nele fiz a preparação de atores.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Novela da tarde - pelo gtalk...


eu: Casa comigo!?
17:09 R: huauhauhaa.
  Tarde demais.
  Agora é tarde demais!!!
 eu: UM DIA VC AINDA SE ARREPENDERÁ!!
 R: Você me perdeuuu!
  Ai ai
 eu: porque?
 R: Calma Flávia Regina
 eu: o que eu fiz?
 R: Calma
  somos irmãs
  nao podemos
  eu Regina Regina
 eu: Como assim sua louca!?
 R: nao posso casar com voce Flavia Regina.
  auhauauauaua
 eu: Mas maria eduarda
 R: ja estou borrando meu rímel
 eu: te amei desde a primeira vez em que te vi
 R: me debulhando em lagrimas pelo nosso destinho curel
  Flavia Rboerta
 eu: Oh!
 R: não podemos
  nao insista
  nosso pai, Carlos Augusto
 eu: Não
  não não não
 R: traiu a minha mãe com a sua
 eu: não não não
 R: Eliana Francisa
  siiiiiiiiimmmmmmmmm
 eu: Tô escorregando na parede
 R: somos hermanas
 eu: chorando e dizendo não
 R: não faça isto
 eu: não não
17:12 R: eu nao posso suportar esta dor
  voce me faz sofrer mai ainda
 eu: Eu vou pular, nada mais faz sentido!
 R: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh
  ( caindo no chao em prantos)
 eu: Ahhhhhhhhhhhhhhhhh
 R: Nao pule Flavia Eduarda!
  naaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooo
 eu: Caindo do sexto andar sem barreiras
 R: (tentando segurar usa mao)
 eu: Cai!
  pof
 R: Música de drama
  chorando muiiitooo
17:13 descabelando
 eu: Câmera se afasta...
 R: Pôr do sol atras
  Eu com um rabanete na mão: nunca mais passarei fome.
  Tara será minhaa...
  Ops... errei...
  desculpe.
  Continuando...
  musica de drama
 eu: Grua sobe e o público vê a cena
 R: Campainha toca.
 eu: o corpo de kátia flávia no chão
17:14 R: Sobe para o apartamento 601
 eu: as lágrimas de regina mara caindo
 R: carteiro entrega um telegrama pra Regina Reginalda
 eu: Tcha!
 R: Reginareginalda aabre o telegrama
 eu: Suspense
 R: é do pai de regina
 eu: Ohhhhhhh
 R: câmera foca nas letras
  ohhhhhhhhhhhhhhh
 eu: Tcharam
17:15 R: no texto
  Regina Mara te peguei. Pt. Vc e Katiane Flavia nao sao irmas. pt. Primeiro de abril. lalalalaallala.pt
  aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa - Grito de horror
17:16 .... aguardando o resto da equipe.
 eu: .... equipe saiu para cafezinho, mas já retornou
  Depois do grito de horror...
17:17 Augusta F. geme, está viva
 R: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
 eu: está viva, It´s alive!!!
 R: katia Flavia se mexe
  abre os olhos
  REgina Reginalda nao tinha percebido
 eu: E vê que já não sente mais nada
 R: no auge do seu horror
  que Katia Flavia
 eu: está paraplégica da cintura pra baixo
 R: tivera sua queda amortecida por um toldo
17:18 entrevada mas nao morta, so com um braço quebrado e uma perna roxa
 eu: não ando
  Não vou poder amar!
 R: arrasta pela calçada
 eu: Ahhhhhhhhhhhhhhh
 R: Regina liga logo para o Dr Miguel da novela das 8.
17:19 Ele cuida da Aline Morais, vai cuidar de Flavia Flavia
 eu: Intervalo para nossos patrocinadores!!!


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Dias de sol



Penso em ar.
Em águas.
Penso em tempo largo correndo no estreito da vida.
Em momentos de infância cheios de sorrisos.
Em amigos de terra e bicicletas.
Penso em avó em dia de domingo.
Colo de mãe em dia de corte no joelho.
Em conversa inventada de pai pra fazer dormir.
Irmãos correndo.
Penso em bola, patins, barbies e tênis.
Casas de portas abertas.
Risos de amigas em segredos de primeiros namorados.
Penso em mar...
Em quem aqui já não está pra boiar solto no oceano.
Castelos de areia.
A vida correndo desenvolta de peso e de tempo.
Penso no amor que tive e que nunca beijei.
Nos beijos roubados e nos que gostei.
Meninos e meninas pra todos os lados, de todos os lados.
Penso no que já vi e no que ainda vou ver.
Dias de sol, tardes de chuvas e noites de amor...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Não se engane!

Nem sempre você será entendido;
Nem sempre será ouvido;
Nem sempre será acarinhado.
O que você faz nem sempre volta pra você;
E fazer algo para alguém não quer dizer que eles também farão o mesmo por você.
Abdicar de algo em prol dos outros é um ato altruista, mas muitas vezes morre em você mesmo.
Não, não espere que te aplaudam sempre.
E lembre-se: A recíproca nem sempre é verdadeira!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Friendship

Carol: então me conta, de repente me contando você se entende mais
eu: tenho muita raiva, muita raiva aqui dentro
tudo fica tenso, duro, rijo, dói o estômago, os dentes, a pele
Carol: raiva?
eu: raiva
Carol: raiva do q exatamente? Raiva ou mágoa???
eu: raiva, vontade de gritar, bater
socar, chutar, morder, ir embora, sumir
Carol: ir embora pra onde?
eu: pra lugar nenhum do mapa
sumir, simplesmente
Carol: hummmm .... Onde está a raiz disso???
eu: em tudo que eu quis ser e não consegui.
Em tudo o que me dediquei e não fui
Nessa sensação medíocre que eu tô
Nesse mediano
Nesse médio
Nessa josta de lugar nenhum
Carol: hum .. mas aqui, você já sabe de tudo isso não sabe?
vai ficar nesse lugar? Remoendo .. remoendo ...
mágoa em relação aos outros já é uma merda
agora .. você alimentar mágoa em relação a si mesma é um peso muito insuportável
cuidado pra não transformar a sua decepção em magoa
eu: Eh.
tô tentando sair dessa... Mas ainda me massacra!
Carol: você vai sair dessa, você vai encontrar seu lugar
eu: Agora eu só queria colo.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

... por Luiza de Sá.


Freud explica. Tem que explicar. Afinal de contas ela é filha de psicanalistas e faz psicanálise desde a adolescência. Adolescência... na tríade dantesca, a adolescência ocupou na vida de Ana Flávia Rennó o lugar do inferno. Quem vê hoje essa mulher-camaleão loirinha/ruivinha/moreninha bela e radiante nos outdoors da cidade, jamais imaginaria pelo que ela passou nessa fase dos 12 aos 18. Fase conturbada, conflituosa, indigesta. Experimentações. Todas elas. Lingüísticas, viscerais, teatrais, sentimentais e sexuais (essa última, só depois dos 18, mas já tinha gosto, cheiro e cor antes disso).

Pelo que me disse, Fafá passou por pelo menos trinta tipos de dietas diferentes. Isso somado aos hormônios que fizeram crescer-lhe os peitos rapidamente (o direito antes do esquerdo) e transformaram a bela “miss olhar Iriri 89” em uma bomba sempre prestes a explodir. Ela, de fato, foi explodindo aos poucos. Espinhas. Espinhas e libido. Espinhas, libido e baixa-estima. Os dentes não eram perfeitos, o corpo estava estranho e a cabeça cheia de receitas light, vigilantes do peso, dieta da melancia, dieta do carboidrato, dieta do suco, dieta...

Que efeito sanfona desgraçado. Engorda, emagrece, engorda, emagrece. Desejos internos e externos, paixões platônicas, pequenas perversidades, fingir que. Nesse turbilhão emocional/histérico/sentimental, a atriz crescia e desenvolvia sua percepção mundana peculiarmente. Ela percebeu que poderia ser muitas e muitos, vários e alguns sendo uma só. Uma infinidade de possibilidades de fingir ser outra que não ela mesma. Fugir? Será?

Talvez ela corria de um incômodo em direção a outro maior. Se descobrir é doloroso. “Toda nudez será castigada”. É diferente, por que nas veias dela parece que corre outra coisa sem ser sangue. Verbos e palavras. Ela escrevia. Escrevia e aí escoava. Ela criava um universo pra ela, um canto quentinho, seguro, um lugar de faz-de-conta. Aí fez sentido a arte, o teatro. “Temos a arte para que a verdade não nos destrua”. Nietzsche, um dos que ela gosta. Caio de Abreu, Hilst, Lispector, Shakespeare, Wilde, Goethe… E do cinema também, tanto. Sempre muito. Com a Ana é sempre intenso, profundo, ardendo na carne lá dentro; queimando o coração e dando dor de estômago de inquietação. Foi nessa fase que ela descobriu (com a ajuda do psicanalista e dos pais) que somatização era realmente coisa da sua cabeça. Alergia. Vinha Platão e o inconsciente descontava em manchas na pele, coceiras, perebas, garganta inflamada e o diabo.

Quem a conhece assim sempre tão viva, tão radiante, com a língua tão ferina, bem do tipo que gosta de ver o circo pegando fogo, jamais imaginaria que ela é tão frágil como a rosa de tinta que carrega nas costas. Mas oscila. Perigosa, vacilante, enigmática. Feminina e masculina. Porção bem cada qual. Dosada e distribuída a seu bel prazer. Madura e boba. Uma palhaça.

Margarida! “Peguei no pinto!” Seu clown. Linda... O rosto bem branco de pó faz pular os olhos verdes e o nariz vermelho. Coturnos. Talvez até um combate explícito entre o ID e o Super ego, assim, pra gente ver de primeira fila. E sexual, sempre, muito...

Faz pouco tempo que a vi se estremecer por alguém. Foi tão engraçado que não me contive. Ria de seu desespero por não conseguir tocar aquele ser tão magnífico que mexeu tanto com ela. Tentei ajudar, mas nem foi tão bom assim. Mas foram boas risadas. “Luiza pelamordedeus me ajuda! Quê que eu faço?” Era tanto desejo que ela arrepiava. E eu me divertia, e a gente ria...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um lugar pra chamar de meu.

Achei.
Um pedacinho muito bacana num lugar que gosto muito...
Lugarzinho especial no mundo belorizontino.
Uma casinha pra ser minha e também dos que amo... Dela.
Dos amigos que forem me visitar.
Sempre de portas abertas!

Com sol entrando pelas janelas...
Uma casinha amarela...
Com varanda!

Ah... Me lembrei de Adélia...

"Uma ocasião, meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante.
Por muito tempo moramos numa casa, como ele mesmo dizia,
constantemente amanhecendo. " - Impressionista.