Mostrando postagens com marcador mar e ana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mar e ana. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A sua ausência...

Cada dia fica mais difícil.
A cada nova tentativa fica mais evidente.
Será que é final tudo o que fomos?
Porque não te sinto mais perto.
Porque não te alcanço mais com as mãos tão perto.
Porque ainda sinto frio em meio aos abraços dos braços dados.
Nosso tempo vem passando e eu e você nos perdendo.
No meio da gente cresce o espaço e fica gigante a ausência.
Ausência de tudo o que fomos e todos os sonhos que tivemos.
Aqui, agora me resta o medo de perceber que já é fim, amor.
Já é fim o que pra mim ainda poderia ser o meio... talvez um novo começo!?
Cadê você aqui que não se coloca em mim!?
Que me deixa à deriva num mar sendo ilha e não continente.
Dói tudo aqui sozinha...
E mesmo gritando parece que você não me ouve...
Não entende...
Não quer ver...
Não acredita!
Estou indo, amor...
Indo cada vez mais pra longe desse mar e queria ficar...
Me olha, me ouve...
Vem me buscar!?
Resgata logo esse corpo a deriva nesse mar.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

...tanto...

Eh tanto que eu tenho aqui guardado...
... tanto que um dia vou explodir em querência, amor!
E você, daí, que vê tudo me deixa aqui a minguar...
... sem combustível que me faça fogos...
Fazendo de mim um rastro de um quase alguém prestes a qualquer coisa!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Por quanto tempo?

Já faz tempo, amor!
Tempo que não nos encontramos mais...
Tempo que sua pele na minha não pousa...
Tempo que sua saliva a minha boca não molha...
Tempo que nosso suor já não se mistura!

Já faz verão e inverno que não te vejo por aqui!
Que não te tenho em pêlos e carnes...
Que não te vejo sem cobrir as partes...
Que não te toco em noites e tardes...

Já faz meses e dias que nosso amor se transforma!
E passamos de calor a gelo...
De amor a apego...
De namoro a amizade...

Já fez tristeza e saudades aqui, amor!
Esperando sua chegada...
Ansiando pela volta...
Acreditando na nossa história...

O tempo vai passando, amor...
Passando e nos transformando, nos recolocando na vida, no mundo!
As coisas vão acontecendo e é preciso que nós estejamos certas de que é isso o que queremos.
Não se mantém uma história contando apenas com um lado da moeda.
Eh preciso duas vozes...
Eh preciso dois desejos...
Eh preciso você e eu...
Eh preciso nós!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Isso faz um sentido...


"(...)Ah, se ao te conhecer: Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios, Rompi com o mundo, queimei meus navios! Me diz pra onde é que inda posso ir!? Se nós nas travessuras das noites eternas já confundimos tanto as nossas pernas, diz com que pernas eu devo seguir!? Se entornaste a nossa sorte pelo chão... Se na bagunça do teu coração meu sangue errou de veia e se perdeu! Como, se na desordem do armário embutido meu paletó enlaça o teu vestido e o meu sapato inda pisa no teu! Como, se nos amamos feito dois pagãos... Teus seios ainda estão nas minhas mãos... Me explica com que cara eu vou sair (...)"

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Dia 01...?

Porque é especial...
Porque este dia é um marco na minha vida...
Porque depois dele meu coração nunca mais bateu da mesma forma...
Porque foi neste dia que meus olhos pousaram sobre você...
Porque meus desejos focaram e meus sonhos alçaram voo...
Porque a partir deste dia eu passei a ter todos os nomes do mundo pra ser tudo o que de melhor há neles...
Porque sou sua pra te fazer feliz...
Porque somos leves pra ser amor de verdade...
Porque tinha que ser você e mais ninguém...
Porque é você; e eu pra sermos nós!

Flores que você me envia sempre de um jardim especial...


E amo, amor!
E desejo!
E quero compartilhar dias primeiros por muitos tempos ainda...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Escuta.

Não, meu amor!
Eu não sou como essas pessoas que você conhece.
Eu não vou fazer com você o que já fizeram com a gente.
Nem me passa pela cabeça tal coisa.
Nem passa pelo meu querer tal desejo.
O que tenho dou valor.
Não preciso perder para me dar conta do quanto me era importante o que tinha.
Não, meu amor, eu não sou dessas.
Não sou assim e nunca fui.
Muito se engana você se cre em tal coisa.
Acredito em confiança, caminhar junto, construir um tempo com amor, desejo e respeito.
Acredito de verdade!
Então, acredite também...
Por que o seu não acreditar diminui o meu querer, não vê!?
Muito ruim isso de ter que provar a todo instante, a toda hora...
Desconfiança só serve pra por distância no meio.
Cara fechada só me tira do seu lado no nosso caminho.
Olha pra mim, olha de verdade.
Não precisa mais que isso pra me ler, você bem sabe!
Então, deixa isso de lado...
Vem viver tudo isso junto, porque eu quero um tempo longo ao seu lado!

domingo, 12 de setembro de 2010

Paixão...

Poderia ficar por horas...
Comendo amoras...
Amoras...
Amores... Amor!
Ahhh, como eu amo amoras, amor!


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Pra hoje...



Eu e você!
É tão delicioso como bolo...
Bolo de chocolate!!!
Com tudo o que vem nesse bolo que eu amo... E repito sempre...
Mais um pedaço... E mais outro...
Pra tentar matar essa fome que não termina nunca!
Fome de tudo o que é você, amor.

Parabéns... 


terça-feira, 1 de junho de 2010

Por hoje...

Só vim pra deixar gravado, escrito, declarado:


EU TE AMO.




.... Muito mais do que você pensa!

sábado, 1 de maio de 2010

Dia Um...

Não importam os desencontros... 
O que temos é mais forte!
E cada vez mais...


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Nuvens negras.




Hoje está sendo um dia duro, frio, longe...
Nuvens escuras, trovões e neblinas fazem o desencontro.
Eu não entendo e você não compreende.
Estamos olhando por lados opostos um mesmo assunto simples.
Não queremos e talvez nem podemos ceder.
Isso mostra quem somos.
Nossos pontos de vista, nossas idéias e conceitos particulares.
Indivíduos!
É... indivíduos... Sozinhos em suas conficções!
Mas amanhã espero que seja outro dia!
Um novo, com sol e céu de brigadeiro.
Com Mar e ana... em ana... que ama!
Com risos sem fim!
Porque dias nublados acontecem mesmo, mas eles tem que passar.
O que temos tem que ser maior.
Eu espero!
Só queria dizer isso...

terça-feira, 20 de abril de 2010

O meio de nós...

Tenho falado muito de você esses dias.
Pensado e falado.
Escrito também, porque você sabe, escrever me acalma a alma.
Porque tem dias que tenho saudade dos inícios...
Do nosso conhecer primeiro.
Daquela aventura sem limite e cheia de desesperos.
Bom, acho que isso é coisa dos meios, dos acontecendo da vida.
Esse momento que... já nem tão lá está e muito menos alí logo pra acabar se vê chegar.

No meio.
Já me sei e já me sabes...
Já te percebo e já te conheces...
Já não habita em nós muitas novidades...
E nem sempre sentimos mais as necessidades de antes.
Estamos alí, entre o quente e o frio... no morno da vida!

Arrebatamentos!
Sinto saudades dos arrebatamentos, da falta de ar, do frio na barriga...
As fomes que manjar nenhum arruma jeito de saciar;
A boca seca que água nehuma trata modos de findar;
O desejo sem fim de te olhar.

Coisa dos meio, acredito.
Mas, olha, eu cá sentada nesse meio, falo com sinceridade de tudo que sou eu e mim:
- Te quero querendo sem fim. Porque aqui em mim na verdade nada de morno se passa. Ainda pego fogo quando a presença se faz. Querendo a água tua... Sabendo pensamentos de quentura na noite e de delícias nas manhãs nuas. Te buscando sempre com tudo o que em mim é amor por tudo aquilo que hoje na história de águas, mexericas e melancias habita. Não, meu amor, eu não te esqueço em nada nesse corpo. Tudo em mim é memória dos começos e agora também dos meios. Porque bem disse uma vez um alguém, que já não me recordo: -  Não se pode começar de novo um começo já começado, mas se pode fazer mais uma vez um começo de não querer acabar...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Aniversário



Você ainda quer namorar comigo por mais um tempo?
Por muitos tempos...?
Ainda quer ser minha, pra poder me ter sua!?
Porque sou e de mais ninguém!
Porque não quero nada além do amor que tenho por cada pedaço que é você.

Amor, me ame o tempo do nosso amor... 
Fica comigo pelo tempo que me amar...
E na hora de ir, vai suave e leve como um sonho lindo...
Restando apenas as boas memórias da manhã de sol!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Dias de sol



Penso em ar.
Em águas.
Penso em tempo largo correndo no estreito da vida.
Em momentos de infância cheios de sorrisos.
Em amigos de terra e bicicletas.
Penso em avó em dia de domingo.
Colo de mãe em dia de corte no joelho.
Em conversa inventada de pai pra fazer dormir.
Irmãos correndo.
Penso em bola, patins, barbies e tênis.
Casas de portas abertas.
Risos de amigas em segredos de primeiros namorados.
Penso em mar...
Em quem aqui já não está pra boiar solto no oceano.
Castelos de areia.
A vida correndo desenvolta de peso e de tempo.
Penso no amor que tive e que nunca beijei.
Nos beijos roubados e nos que gostei.
Meninos e meninas pra todos os lados, de todos os lados.
Penso no que já vi e no que ainda vou ver.
Dias de sol, tardes de chuvas e noites de amor...

domingo, 17 de janeiro de 2010

O ato de...

Hoje sentada aqui nessa cama, que não é minha, que é sua, penso no que fui até um segundo atrás.
No que fui e como isso me faz o resultado disso que você vê quando olha pra trás sorrindo.
Porque se hoje estou aqui, em algum momento da minha vida, eu escolhi estar.
O destino existe, mas sempre nos dá opções, escolhas.
E o que fiz até então me trouxe até aqui, até você.
Mas ao mesmo tempo é preciso que eu me desapegue de tudo o que fui para que outra vez a vida se faça real e pulsante.
Não, meu amor, eu não vou embora!
Te amo. Muito.
Porém, algo tem que se perder nesse caminho do que fui para que eu comece a ser novamente.
Estive sempre ali por crer ser o melhor, mas talvez eu mesma não tivesse forças para seguir e peitar as durezas das minhas escolhas.
Hoje, confesso, estar um tanto perdida com meu lugar ou minha falta de lugar.
Acontece que sempre tive certezas, contudo certezas não existem e se quebram facilmente.
Desculpa, amor, mas eu tô perdida e não sei que rumo tomar.
Estou como um barco à deriva no mar aberto sem ventos a soprar e a água na proa não me sinaliza terra firme.
Mas você é meu único ponto de certeza!
E é pra você que vou correr, pra cá, pra sua cama, seu colo, seu cheiro, sua pele...
Porque lá fora tudo é infinito e tenho medo de multidão.
Minhas certezas se foram e agora não sei mais o que sei fazer, pra onde ir, o que oferecer.
Agora eu tenho que des-ser o que fui sem deixar de ser quem eu sou.
Vou ter que me reaprender sozinha e saber que não existem mais redes de proteção.


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Na voz da Bethânia... faz todo sentido do mundo!

Que música será que fica ruim na voz dela? Eu não sei...

Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar

Garimpeira da beleza te achei na beira de você me achar
Me agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão

Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer

Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim

Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão