Como diria Caio:
"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada"
Porque é nesse turbilhão que se vive.
Nas intensidades que prefiro estar.
Então... Ao menos doce... e se puder maravilhoso!!!
"... me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço..." CFA.
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
...tanto...
Eh tanto que eu tenho aqui guardado...
... tanto que um dia vou explodir em querência, amor!
E você, daí, que vê tudo me deixa aqui a minguar...
... sem combustível que me faça fogos...
Fazendo de mim um rastro de um quase alguém prestes a qualquer coisa!
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
Perturbações
Meus sonhos andam me tirando o sono...
Vagando por entre os lençóis, penetrando pelas frestas...
Buscando espaço no meio das pernas!
Meus sonos andam se perdendo por sonhos...
Que perturbam a respiração, atrapalham a pulsação...
Buscando caminhos por entre as ideias!
Meus tempos se perdem em tentar encontrar você...
Esperando pra esbarrar novamente o corpo, ansiando pelo olhar...
Buscando acalmar o calor que assola o meu sertão!
Vagando por entre os lençóis, penetrando pelas frestas...
Buscando espaço no meio das pernas!
Meus sonos andam se perdendo por sonhos...
Que perturbam a respiração, atrapalham a pulsação...
Buscando caminhos por entre as ideias!
Meus tempos se perdem em tentar encontrar você...
Esperando pra esbarrar novamente o corpo, ansiando pelo olhar...
Buscando acalmar o calor que assola o meu sertão!
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