"... me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço..." CFA.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Get out of Town - Cole Porter
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
“La Reine Margot”.
A música está na minha vida há mais tempo do que eu mesma.
Poderia começar pelas batidas do coração, a respiração, líquidos, conversas.
Não seria isso música?
Ou então falar de minhas intermináveis aulas de Ballet com direito a pianista ao vivo.
Prefiro quartos escuros, músicas lentas.
Porque se compreendo, me concentro e aí não divago.
Não busco o entendimento preciso contido naquilo que ouço.
Preciso me perder no que ouço.
Preciso construir imagens, me tele-transportar para outras histórias.
É quase um movimento esquizofrênico.
Sou eu e minhas outras tantas vidas.
Gosto daquela música, daquele cd que tem aquela capa.
Aquela, que tem uma mulher tampando a boca com o vestido ensangüentado.
Uma capa vermelho sangue.
Deito-me no escuro, coloco a música em uma altura que os sons do mundo ficam do lado de fora do meu mundo.
Eu a Margot.
Sou eu ali tampando a boca em meio ao sangue.
Sou eu ali tentando dizer alguma coisa que não pode ser dita.
Margot/Margarida.
É neste momento em que começo a dançar.
Estou de olhos fechados, deitada, no escuro.
Danço.
Imagino.
Vivo aquilo o que está me acontecendo.
Esquizofrênica, imaginando histórias inenarráveis, ansiando por verdades...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Começos
Dizem também que só nos começos as músicas tocam diferentes, nos emocionam, nos fazem parar para suspirar.
Não concordo!
Hoje, um ano e alguns meses depois do meu começo parei diante da imagem do meu amor dormindo.
E uma música me veio...
http://www.youtube.com/watch?v=PssiJ9ywc0g
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Na voz da Bethânia... faz todo sentido do mundo!
Que música será que fica ruim na voz dela? Eu não sei...
Eu Que Não Sei Quase Nada Do Mar
Garimpeira da beleza te achei na beira de você me acharMe agarra na cintura, me segura e jura que não vai soltar
E vem me bebendo toda, me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer.
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
Me agarrei em seus cabelos, sua boca quente pra não me afogar
Tua língua correnteza lambe minhas pernas como faz o mar
E vem me bebendo toda me deixando tonta de tanto prazer
Navegando nos meus seios, mar partindo ao meio, não vou esquecer
Eu que não sei quase nada do mar descobri que não sei nada de mim
Clara noite rara nos levando além da arrebentação
Já não tenho medo de saber quem somos na escuridão
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
For Your love
All the gold in all the world
Is nothing to possess
If all the things that it can bring
Can't add up to one ounce of
your happiness
And for your love
I would do anything
Just to see the smile upon your face
For you love
I would go anywhere
Just you tell me and I'll be
right there
A diamond that shines
Like a star in the sky
Is nothing yo behold
For minuscule is any light
If it can't like brighten
up my soul
And for your love
I would do anything
Just to see the smile upon your face
For you love
I would go anywhere
Just you tell me and I'll be
right there
I could have never fathomed this
Such joy, love and tenderness
That you give to me
For the love I feel inside
It's so wonderful I can't hide
And I glow, I glow
With just the thought of you
I do, I do, I do, I do, I do, I do
I would do anything
Just to see the smile upon your face
For you love
I would go anywhere
Just you tell me and I'll be
right there...
sábado, 1 de agosto de 2009
Pra vc!

Minha Herança: Uma Flor
Vanessa Da Mata
Composição: Vanessa da Mata
"Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio
Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim
Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei
Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre
A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei
A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranqüilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si
E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu
Achei você no meu jardim..."
