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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Bolha...


De dentro da minha bolha... E vejo a sua!
E a gente não se toca.
Que pena!

domingo, 25 de julho de 2010

Dias sem ela...

Descubro que saudade é coisa concreta.
Que vem aproximando... Pode-se pegar no ar!
Como comer doce amargo que deixa gosto permanente na boca.
Atravessa o tecido da roupa e cola na pele.
Corta o tempo e faz mais longa as horas... cortando a existência e gritando por presença!
Aiaiai...

sábado, 17 de julho de 2010

Tanto tempo...

Passando por tempos secos, novamente!
Nada se passando aqui que possa ser derramado na folha branca....
Ou na tela azul da máquina...
Ou num pedaço de papel qualquer.
Preciso de chuva.
Preciso que chova em mim...
Eta sertão interno de não ter mais fim!
Eta mundão grande de poeira e pó.
Sede.
Ah, água minha... Vem me molhar...!?