Passando por tempos secos, novamente!
Nada se passando aqui que possa ser derramado na folha branca....
Ou na tela azul da máquina...
Ou num pedaço de papel qualquer.
Preciso de chuva.
Preciso que chova em mim...
Eta sertão interno de não ter mais fim!
Eta mundão grande de poeira e pó.
Sede.
Ah, água minha... Vem me molhar...!?

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