"... me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço..." CFA.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Pra se esquecer...
Existem coisas que ficam guardadas no silêncio das palavras não ditas e das respostas não recebidas.
Da ausência de aconchego, da rigidez de uma falta de carinho.
Nos encontros perdidos no tempo e nos abraços soltos ao vento.
E, sim, existem pessoas q nos marcam exatamente por isso:
Pela falta de tudo, em tudo, para tudo!
... dessas nós também vamos nos lembrar...
Mas durante um tempo certo pra poder esquecer!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O que acontece!?
Tá tudo estranho aqui.
Tudo dói, lateja!
Grita.
Meus músculos contraem;
Meu maxilar endurece;
Minha cabeça pesa;
Meus olhos ardem.
Tudo em mim parece fora de compasso.
Agora tenho a sensação de que posso estourar no espaço quadrado que sou eu.
Tenho algo em mim que me corroe por dentro.
Algo estranho e ruim.
Não gosto disso que se passa aqui, mas não tenho meios de não sentí-lo.
Tudo parece tão errado.
O caminho errado, a escolha errada, eu errada!
O que se passa aqui me aperta cada centímetro do que sou em Ana e Flávia.
Mas quem sabe não é o habituar-me a essas escolhas.
O caber nessa nova roupa.
O encaixar nessa pessoa que não pode contar com ninguém mais se não ela mesma.
Tudo dói, lateja!
Grita.
Meus músculos contraem;
Meu maxilar endurece;
Minha cabeça pesa;
Meus olhos ardem.
Tudo em mim parece fora de compasso.
Agora tenho a sensação de que posso estourar no espaço quadrado que sou eu.
Tenho algo em mim que me corroe por dentro.
Algo estranho e ruim.
Não gosto disso que se passa aqui, mas não tenho meios de não sentí-lo.
Tudo parece tão errado.
O caminho errado, a escolha errada, eu errada!
O que se passa aqui me aperta cada centímetro do que sou em Ana e Flávia.
Mas quem sabe não é o habituar-me a essas escolhas.
O caber nessa nova roupa.
O encaixar nessa pessoa que não pode contar com ninguém mais se não ela mesma.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Chove Chuva...
Barulho de chuva me acalma.
Gosto do som da água caindo...
Gosto até do trovão estourando longe.
Relâmpago me assusta um pouco.
Mas no final... a chuva me acalma.
E cá entre nós, eu tô precisando de muita chuva!!!
Gosto do som da água caindo...
Gosto até do trovão estourando longe.
Relâmpago me assusta um pouco.
Mas no final... a chuva me acalma.
E cá entre nós, eu tô precisando de muita chuva!!!
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Raiva

Eu tenho medo da raiva que sinto.
Medo da hora em que não conseguir mais conter.
E mais medo ainda porque eu a contenho.
Mas ela explode!
Explode em pedras no rim e rosas pelo corpo.
Aos poucos vou implodindo... contendo pequenas bombas... raiva.
E sorrindo... dizendo que está tudo bem... ou ficando calada - nessa hora eu tenho medo!
Sou um coquetel molotov.
Um dia eu vou acabar explodindo!!!!
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