Não conseguia respirar...
Tinha uma coisa na garganta e um monte de pensamentos na cabeça.
Tristeza sem fim essa frustração de artista do palco que acredita demais nas coisas.
Que sonha com o reconhecimento.
Que se dedica e cria para o público ver e passar bons momentos ali naquela sala...
Ah, cruel realidade!
Mais uma vez morro um pouco diante de planilhas e números cruéis que teimam em terminar negativos.
Tenho uma bola de pêlos de gato presa na minha garganta e uma vontade infinda de chorar!
Cospe Fafá, cospe!
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