Nesse corre-corre desenfreiado da vida...
Nessa estupidez do concreto...
Na crueza do dia a dia tem horas que é preciso para e pensar nas pequenas coisas.
A vida parece puxar a gente pra fora do rumo...
Colocar tudo fora do lugar e muitas vezes nos endurecer a visão.
Não se sente mais nada... não se pensa mais nada.
Se vive automaticamente tudo.
Não existe mais o devaneio, a contemplaçação.
Mas agora na loucura do meu dia eu quis parar.
Eu precisei disso agora.
Parei de escrever os documentos importantes, mandar os e-mails imprecindíveis de serem mandados, não vou ligar pra ninguém agora para marcar nada.
Eu parei.
Pra respirar...
Pra colocar meus pés pra cima um pouco...
Pra ouvir meu coração bater...
Pra fechar meu olhos.
Porque de repente fui invadida pela lembrança da sua imagem...
E isso merece atenção!
Te amo!
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